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  1. Você procura produtividade e eficiência nos estudos? Veja o principio de Pareto 80/20! Produtividade e eficiência são elementos que vêm não somente com a prática, mas também com autoconhecimento. O princípio de Pareto, também conhecido como 80/20, permite uma visualização abrangente dos problemas mais importantes do estudante, e isso possibilita a concentração de esforços nos elementos que alavancam a evolução em um processo. A maioria dos estudantes não percebe a importância dessa atividade, muitas vezes porque nunca foi apresentado a ela ou também porque pode presumir que está perdendo tempo de estudo. Mas, na verdade, conhecer-se é útil para estudar de forma direcionada, planejada e com foco na evolução dos resultados; de forma contrária, o estudante estará seguindo um fluxo pré-estabelecido que não atende suas demandas individuais. 80/20 é o princípio de Pareto que apresenta o seguinte conceito: 80% das consequências vêm de 20% das causas. Esse princípio é muito útil para identificar pontos de melhoria, como também pontos de aperfeiçoamentos, e para definir que planos de ação devem ser traçados primeiro, ou seja, qual deve ser prioridade para a definição do ciclo de estudos. Vamos à técnica: O primeiro passo é identificarmos quais matérias ou conteúdos devem ser estudados e, para que isso seja consistente, utilizaremos o conteúdo programático – objetos de avaliação – da prova que iremos realizar. É possível encontrarmos essas informações nos índices de livros, apostilas preparatórias e até mesmo com professores experientes na área. O segundo passo é criarmos uma lista com duas colunas para cada matéria, sendo que uma coluna será destinada aos tópicos que julgamos ser nossos pontos fortes e a outra coluna para os tópicos que consideramos nossos pontos fracos. O ideal é que façamos uma lista para cada matéria para termos uma visão direcionada. Por exemplo, caso nosso objetivo seja estudar para a prova de residência em alguma especialidade médica, deveremos fazer listas de pontos fortes e fracos para os vários ramos da área tais como Pediatria, Ginecologia e Obstetrícia, Nefrologia, Cardiologia e assim por diante. Se queremos estudar para o ENEM, poderemos fazer listas para Matemática, Física, Português, etc. Se desejarmos estudar para o cargo de advogado da União, nossa lista tenderá talvez para Direito Administrativo, Direito Constitucional, Direito Financeiro, Direito Tributário, entre outros. No caso do ENEM, não devemos nos esquecer de conhecer a “Matriz de referência ENEM” – disponível pelo INEP na internet – e talvez criar listas baseadas nessa matriz. É importante lembrarmos que ponto forte não é aquele em que possuímos total perícia técnica, até porque isso não ocorre normalmente, mas é um ponto de que temos segurança (ou aquele que não gera grande rejeição por parte do estudante) quando aparece em uma prova. Portanto, ponto fraco não é aquele assunto sobre o qual temos dúvida, isso é bastante comum, mas sim aquele tema que nos induz à insegurança. A realização exaustiva de exercícios ajuda a identificar em que somos fortes e fracos. Quanto mais listas de exercícios e questões forem executadas melhor serão os resultados nesse processo de classificação; no entanto, caso ainda tenhamos pouco experiência de questões em um determinado tópico, vale colocá-lo em ponto fraco. Quando usarmos uma lista de exercícios, devemos identificar nela o número de acertos e erros, esse procedimento ajudará no controle de pontos fortes e fracos. Entretanto é importante sabermos usar o gabarito e evitarmos alternar entre a resolução de questão e a conferência a ele, pois isso gera ilusão de aprendizagem. Portanto, façamos a lista completa e somente depois comparemos com os resultados. Ao abordar uma tarefa de classificação, geralmente podemos encontrar alguma dificuldade o que é benéfico para nosso aprendizado e autoconhecimento. Exemplo para a matéria de Direito Tributário: Pontos fortes estado e o poder tributário; Obrigação tributária; Conceitos; Crédito tributário; Norma tributária ;Sistema tributário nacional ;Pontos Fracos :Responsabilidade tributária ;Garantias e privilégios do crédito tributário; Dívida ativa e certidões Lei complementar 118/2005 O terceiro passo contempla o princípio 80/20 em si. Devemos identificar 20% dos tópicos como os mais importantes para a prova de concurso ou prova que iremos realizar. Normalmente há uma hierarquia de importância em uma prova, por exemplo, cada assunto pode ter um peso maior que outro (fatores de multiplicação para a nota final), ou talvez não haja peso para cada assunto, mas existem mais questões de um do que de outro. Por exemplo, imaginemos uma prova que possui 120 itens em que 18 são de Matemática e apenas 3 são de Filosofia, nesse caso, os pesos dos itens podem ser os mesmos, mas suas prioridades de tempo podem levar a que estudemos mais Matemática. E os 80%? Na prática, a ideia central do princípio de Pareto não é atacar apenas os 20% e esquecer do resto, na verdade, a função dessa técnica é estabelecer prioridades e, desse modo, organizar o planejamento de estudos. As primeiras metas a serem alcançadas, quando se trata de conteúdo, estarão claras para serem definidas ao final desse processo. Vale dizer que as listas não são estáticas, ou seja, no decorrer dos meses de trabalho, os pontos fracos poderão se tornar fortes (o que é esperado, não é mesmo?). Em resumo, o autoconhecimento leva à informação útil para traçarmos um melhor plano de ação para nossos estudos. O importante é termos bom senso, identificar os 20 % e agir! Fleury, Bruno. Neurociência aplicada a técnicas de estudos: Técnicas práticas para estudar de forma eficiente (p. 28-33). Bruno Fleury. Edição do Kindle.
  2. Olá! Meu nome é Thales Wottrich, tenho 6 aprovações em concursos e venho compartilhar algumas dicas que aprendi durante mais de 2 anos nessa "vida bandida" rsrs Hoje quero falar sobre um assunto que envolve produtividade, procrastinação e disciplina. Desde a época da escola, é comum cada pessoa ter um grupo de matérias com as quais mais se identifica. Normalmente se divide entre o pessoal que tem mais afinidade com as "humanas" e outro grupo que se identifica com as "exatas". Até aí tudo tranquilo. A questão é que geralmente nos sentimos estimulados a estudar as matérias de que gostamos/temos facilidade em aprender. Por outro lado, tendemos a deixar de lado aquele conteúdo "difícil", que dizemos a nós mesmos "nunca vou conseguir aprender". Considerando um cenário de pré-edital, e tendo em vista a concorrência cada vez mais acirrada, não podemos nos dar ao luxo de não estudar alguma disciplina, sob pena de perder alguns pontos preciosos na prova. Por isso, costumo adotar a seguinte prática: A MATÉRIA MAIS DIFÍCIL EM PRIMEIRO LUGAR. Se tenho dificuldade em Contabilidade, e ela está prevista para ser estudada nas segundas, quartas e sextas, coloco-a como primeira matéria do dia. Nesse momento estarei mais descansado. Ademais, isso ajuda a evitar a procrastinação e permite cumprir a meta diária sem tantos sobressaltos. O raciocínio inverso também pode ser feito: deixe a matéria de que mais gosta para o fim do dia, como um "prêmio" por ter conseguido chegar até ali. Para os alunos avançados, outra dica é deixar as disciplinas que estão em "modo leitura" para o início, e aquelas em "modo revisão via questões" para o fim do dia. Busque autoconhecimento, seja honesto consigo mesmo e "faça o que deve ser feito." A sonhada posse no cargo público será apenas uma consequência! Abraço e bons estudos!
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